Contexto: é o quinto pregão depois da eleição e o quarto dia seguido de topo menor. Quinta perdeu a Fibo 61,8% do repique pós-eleição e fechou em 171.145, abaixo do pivot, da VWAP, do POC e da MMA21 do H1. Lá fora, o Nasdaq futuro cai mais de 2% com Amazon e Intel, e a Vale soltou um balanço fraco.
O mapa tem duas resistências claras: 171.950–172.350 (pivot, Camarilla R3, VWAP e topos da tarde) e, acima, 172.800–173.100 (pico das 15:55, Camarilla R4, R1 clássico e POC), com a MMA21 do H1 logo em cima, em 173.156. Embaixo, a faixa 170.775–170.985 (mínimas de quinta) é o primeiro piso.
Espere o preço vir até a zona. Com o índice −17,5% na semana e um feriadão pela frente, repiques de 800 a 1.000 pts são comuns, e é esse repique que monta o ponto. Vender colado na mínima de quinta é vender no meio do caminho.
O gatilho é o candle, não o toque: na zona, espere um pavio superior longo ou um engolfo de baixa fechado no M5/M15. Foi assim às 15:55 de quinta: o preço furou até 172.845 e o candle fechou 850 pts abaixo. Sem rejeição, não há entrada.
Risco: a volatilidade segue muito acima do normal, a PNAD sai às 09:00 e um anúncio da equipe econômica pode sair a qualquer momento. No máximo uma ou duas operações, tamanho menor, stop definido antes, parcial no primeiro alvo e stop no preço de entrada depois disso.
O que invalida o plano: fechamento de H1 acima de 172.600 enfraquece a leitura; passar de 173.300 (MMA21 do H1) tira as vendas da mesa. Se o preço sair do mapa sem dar o gatilho, não persiga: o próximo mapa sai na terça, depois do feriado.